A procura da poesia (Drummond)
Para abafos e desabafos da alma... O sonho encheu a noite Extravasou pro meu dia Encheu minha vida E é dele que eu vou viver Porque sonho não morre. Adélia Prado
terça-feira, 18 de novembro de 2025
Bilhete encontrado no vácuo...
De corpo e de alma
quarta-feira, 12 de novembro de 2025
Bilhete...
Bilhete encontrado na porta do correio, do lado de fora...
Ainda falta muito? É mais ou menos assim...
Então a raposa disse: "Você precisa dizer a hora que vem.
É importante, porque se você diz que vem às quatro,
desde às três eu começo a ser feliz."
(12/11/2025)
quinta-feira, 30 de outubro de 2025
Amor Além do Tempo
em cada pele que habitei,
em cada olhar que procurei -
você sempre esteve ali.
Desde o primeiro sopro do tempo,
quando o universo ainda sussurrava,
meu coração já te chamava
sem saber teu nome,
mas sentindo teu toque no vento.
Em todas as dimensões, te encontrei -
como estrela, como sombra, como destino.
Fomos luz, fomos rio, fomos caminho,
e sempre voltamos um ao outro,
como quem retorna pra casa.
Você é o amor de todas as minhas vidas,
do passado, do agora, do porvir.
E mesmo quando o tempo acabar,
quando o último sol se apagar,
ainda restará entre nós
o brilho do que fomos -
eterno,
inevitável,
infinito.
(CB, 30/10/2025)
... de todos os tempos...
Do passado, você é a lembrança boa que não se apaga.
Do presente, é o motivo do meu sorriso mais sincero.
E do futuro… é o sonho que quero continuar vivendo, dia após dia, encontro após encontro.
Que a sua manhã seja suave, seu coração tranquilo e seu pensamento leve
- mas se ele resolver passear, que venha até mim.
Porque, em qualquer tempo, em qualquer versão de mim, o amor é sempre o mesmo: você.
(CB, 29/10/2025)
domingo, 7 de setembro de 2025
Dias que fogem do controle...
Desavisados, desaforados, desumanizados...
Arrastam redemoinhos,
Distribuem pó...
Ressecam a pele...
Fabricam cachorro louco.
Geralmente é mês de agosto!
A brisa é generosa... suave.
O vento perturbador!
A brisa não traz vendavais.
É lição de amor.
Os ventos compõem tempestades.
São as paixões viscerais
Que maltratam o corpo
Arrasam a alma.
Derrubam as muralhas das resistências
Destroem a pura razão e alucinam.
E nada pode conter!





